sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Software espião para Mac OS X usa placa de vídeo para obter BitCoins

A fabricante de antivírus Sophos publicou um alerta sobre uma nova praga para computadores com o Mac OS X, sistema operacional da Apple. O vírus, batizado de Miner-D ou “DevilRobber”, é capaz de roubar informações armazenadas no sistema e usar a placa de vídeo do computador para calcular os valores necessários para obter Bitcoins, uma “moeda criptográfica” que pode ser trocada por dinheiro.
O Bitcoin é uma moeda “livre” gerada por cálculos matemáticos. Esses cálculos são muito complexos e são mais facilmente gerados pelos processadores existentes em placas de vídeo do que nos processadores comuns de computadores. Já existem vírus para Windows que roubam a “carteira” de Bitcoin do usuário – caso ele use o programa – ou que usam o PC para gerar novos Bitcoins, mas a praga ainda é novidade para Macs.
O vírus também é capaz de roubar dados de formulários na web (usuários e senhas), realizar capturas de tela e roubar o histórico do navegador web Safari, entre outras atividades.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/11/software-espiao-para-mac-os-x-usa-placa-de-video-para-obter-bitcoins.html

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Trabalho Mac OS X

Sistemas Operacionais top-down e bottom-up

Um sistema operativo ou sistema operacional é um programa ou um conjunto de programas cuja função é gerenciar os recursos do sistema (definir qual programa recebe atenção do processador, gerenciar memória, criar um sistema de arquivos, etc.), além de fornecer uma interface entre o computador e o usuário. É o primeiro programa que a máquina executa no momento em que é ligada (num processo chamado de bootstrapping) e, a partir de então, não deixa de funcionar até que o computador seja desligado. O sistema operacional reveza sua execução com a de outros programas, como se estivesse vigiando, controlando e orquestrando todo o processo computacional.


pela perspectiva do usuário ou programador (visão top-down): é uma abstração do hardware, fazendo o papel de intermediário entre o aplicativo (programa) e os componentes físicos do computador (hardware); ou
numa visão bottom-up, de baixo para cima: é um gerenciador de recursos, i.e., controla quais aplicações (processos) podem ser executadas, quando, que recursos (memória, disco, periféricos) podem ser utilizados.

Fonte: http://www.osdezmais.com/tecnologia/os-10-sistemas-operacionais-mais-usados/

Gráficos





Funcionamento – Sistema Operacional

Gerenciamento de processos

O sistema operacional multitarefa é preparado para dar ao usuário a ilusão que o número de processos em execução simultânea no computador é maior que o número de processadores instalados. Cada processo recebe uma fatia do tempo e a alternância entre vários processos é tão rápida que o usuário pensa que sua execução é simultânea.

São utilizados algoritmos para determinar qual processo será executado em determinado momento e por quanto tempo.

Os processos podem comunicar-se, isto é conhecido como IPC (Inter-Process Communication). Os mecanismos geralmente utilizados são:
  • sinais;
  • pipes;
  • named pipes;
  • memória compartilhada;
  • soquetes (sockets);
  • trocas de mensagens.
O sistema operacional, normalmente, deve possibilitar o multiprocessamento (SMP ou NUMA). Neste caso, processos diferentes e threads podem ser executados em diferentes processadores. Para essa tarefa, ele deve ser reentrante e interrompível, o que significa que pode ser interrompido no meio da execução de uma tarefa.

Gerenciamento de memória

O sistema operacional tem acesso completo à memória do sistema e deve permitir que os processos dos usuários tenham acesso seguro à memória quando o requisitam.

Vários sistemas operacionais usam memória virtual, que possui 3 funções básicas:

  • assegurar que cada processo tenha seu próprio espaço de endereçamento, começando em zero, para evitar ou resolver o problema de relocação (Tanenbaum, 1999);
  • prover proteção da memória para impedir que um processo utilize um endereço de memória que não lhe pertença;
  • possibilitar que uma aplicação utilize mais memória do que a fisicamente existente.
Sistema de arquivos

A memória principal do computador é volátil, e seu tamanho é limitado pelo custo do hardware. Assim, os usuários necessitam de algum método para armazenar e recuperar informações de modo permanente.

Um arquivo é um conjunto de bytes, normalmente armazenado em um dispositivo periférico não volátil (p.ex., disco), que pode ser lido e gravado por um ou mais processos.

Entrada/saída de dados

Entrada/saída (em inglês: Input/output, sigla I/O) é um termo utilizado quase que exclusivamente no ramo da computação (ou informática), indicando entrada (inserção) de dados por meio de algum código ou programa, para algum outro programa ou hardware, bem como a sua saída (obtenção de dados) ou retorno de dados, como resultado de alguma operação de algum programa, consequentemente resultado de alguma entrada.

As interfaces de entrada e saída são responsáveis pela conexão entre as várias partes de um sistema computacional baseado na arquitetura de Von-Neumann. Esta interface é responsável por conectar fisicamente o processador e a memória do sistema ao barramento, tornando-se o terceiro elemento do sistema computacional proposto.

Ao contrário do que se pode pensar a interface de entrada e saída não é só o conector físico e sim também o responsável pela comunicação lógica entre o barramento e o dispositivo. Essa função de conexão foi basicamente desenvolvida para que seja possível a comunicação entre vários dispositivos, fazendo com que a velocidade do barramento seja mais bem aproveitada e ainda tanto os periféricos quanto os elementos essenciais tenham programação/produção mais voltada ao seu desempenho, deixando a interconexão com as interfaces de entrada e saída.

Fontes: Andrew s. tanenbaum,sistemas operacionais modernos, Pearson

J. GLENN BROOKSHEAR,CIENCIA DA COMPUTAÇAO: UMA VISAO ABRANGENTE, Bookman, 2005

F. B. Machado; L. P. Maia, Arquitetura de Sistemas Operacionais, LTC, 2007

Visões dos Sistemas Operacionais

Desde a criação dos primeiros sistemas operacionais até os atuais, muita coisa mudou, porém as idéias centrais deles continuam as mesmas.

As idéias centrais dos S.Os são duas, a visão top-down e a visão bottom-up, ambas com a mesma importância.

Na visão top-down o sistema operacional age como uma espécie de "camada" que fica entre o hardware e o usuário, possibilitando a ele formas mais amigáveis de interagir com o computador, como por exemplo os sistemas de janelas vistos em todos os sistemas operacionais modernos.

Já na visão bottom-up, o sistema operacional faz todo o gerenciamento de hardware do computador, como o controle da alocação de memória utilizada pelos softwares do usuário, o controle dos dispositivos de entrada e saída de dados (mouse, teclado, impressoras...) e o gerenciamento do hd.

Multiprocessadores, ou sistemas fortemente acoplados

Provê um nível de integração e compartilhamento de recursos mais intenso e transparente ao usuário caracterizando sistemas operacionais distribuídos.

• Memória única.
• Tudo gerenciado por um único SO. • Subdividido em
SMP - Arquitetura simétrica.
NUMA- Acesso Não-Uniforme a Memória.
• Custo de produção mais elevado.

Multiprocessadores, ou sistemas fracamente acoplados.

Permitem que máquinas e usuários de um sistema distribuído sejam fundamentalmente independentes e ainda interagir de forma limitada quando isto for necessário, compartilhando discos, impressoras e outros recursos.
• Memória “espalhada”
• Um único SO ou vários
• Cada membro do sistema esta conectado aos outros por um link de dados
• Custo de produção mais baixo.
• Tendência atual

Fontes:
http://pt.scribd.com/doc/58827204/12/Multiprocessadores-ou-sistemas-fortemente-acoplados

http://www.htmlstaff.org/ver.php?id=24510

http://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_distribu%C3%ADda

Interface de Uso – GUI

Abreviação para Graphical User Interface, a interface gráfica do utilizador foi desenvolvida pela Xerox PARC sob o comando de Alan Kay, Douglas Engelbart, e um grupo de outros pesquisadores, na década de 80. Later Apple introduced the Lisa computer, the first commercially available computer on January 19, Mais tarde, a Apple lançou o Lisa, o primeiro computador comercialmente disponível em 19 de janeiro de 1983. O GUI usa janelas, ícones e menus para executar comandos como a abrir arquivos, apagar arquivos e mover arquivos. Os sistemas operacionais que utilizam o ambiente gráfico GUI são operados através do mouse e através do teclado podendo ser usado atalhos de tecla ou de seta. Ao contrário de um sistema operacional de linha de comando como Unix ou MS-DOS, sistemas operacionais GUI facilitam a utilização para os usuários finais, pela utilização de comandos simples que não precisam ser memorizados.Because of their ease of use, GUI Operating Systems have become the dominant operating system used by end-users today. Devido a sua facilidade de uso, Sistemas Operacionais GUI se tornaram o sistema operacional dominante no mercado sendo utilizado pela maioria dos usuários atualmente.

Principais Sistemas Operacionais GUI
  • Microsoft Windows Microsoft Windows 7
  • Apple System 7 and Mac OS X Mac OS X

Alguns exemplos de interfaces GUI

  • GNOME
  • KDE Aero
Fonte: http://www.computerhope.com/jargon/g/gui.htm

Interface de Uso - TUI

TUI abreviação para: Interface de Texto do Usuário. TUI (Text User Interface) é uma interface a base de texto, que ao contrário de CLI, fornece todos os comandos e opções na própria interface sendo necessário apenas pressionar uma certa tecla para selecionar uma opção ou usar as setas para a navegação. Faz uso exaustivo de toda a tela, com todas as cores ou tons e possibilidades de posicionamento de uma interface baseada em texto. Os programas que usam TUI podem ter menus, janelas e cursores do mouse, mas todos representados por caracteres ASCII. Nesse sentido CLI e TUI não possuem o mesmo significado, ainda que ambos usem interfaces do tipo texto. No modo de TUI, pode ser exibida varias janelas de texto no terminal:

Comando - Esta janela é a janela de comando com o prompt e as saídas. A entrada continua a ser gerada usando readline, mas através da TUI. A janela de comando é sempre visível.
Fonte - A janela de origem mostra o arquivo fonte do programa. A linha atual, bem como pontos de interrupção ativas são exibidas nessa janela.

Montagem - A janela da montagem mostra a saída de desmontagem do programa.

Registrar - Esta janela mostra o processador registros. Ele detecta quando um registro é alterado e quando este for o caso, registros que foram alterados são destaque.

Fonte: http://pt.wikinourau.org/bin/view/GrupoLinux/LicaoHistoricoInterfacesParaUsuario

Interface de Uso – CUI

Uma das primeiras Interfaces para usuário foi baseada em linhas de comando. A Interface de uma linha de comando (CLI) é um utilitário baseado em texto, que fornece um conjunto de comandos de teclado e parâmetros para realizar determinadas ações. Os usuários digitam instruções de comando, compostas de CLI e seus parâmetros associados. As instruções podem ser emitidas de um teclado para o controle em tempo real ou de scripts que automatizam a configuração.
Durante a década de 1960, a principal forma de interação do usuário com a máquina era através de linha de comando. Pesquisadores começaram a desenvolver, nas décadas seguintes, interfaces gráficas visando fornecer maneiras mais simples para a interação do homem com o computador, o que modelou o avanço da informática, com o surgimento de novos dispositivos periféricos como o mouse. Isso facilitou o aprendizado de pessoas leigas quanto ao uso do computador pois agora em pouco tempo era possível ensinar alguém a utilizar o computador. Apesar disso, mesmo atualmente, as interfaces textuais de interpretação de comandos ainda são bastante utilizadas em conjunto com interfaces gráficas, pois para algumas tarefas elas são muito mais eficientes para realizar operações.

Fonte: http://pt.wikinourau.org/bin/view/GrupoLinux/LicaoHistoricoInterfacesParaUsuario

Sistema Operacional OnLine

Na onda da Web 2.0, não são somente os aplicativos que estão ganhando mercado, os sistemas operacionais online também diariamente conquistam inúmeros adeptos. Baseados na tecnologia Cloud Computing (Computação em Nuvem), os sistemas rodam direto do navegador e utilizam recursos de um distante DataCenter, economizando recursos locais. Além da facilidade e comodidade, os sistemas operacionais online são uma ótima alternativa para quem não possui um computador em casa. Segundo o Comitê Gestor da Internet, as Lan Houses e Telecentros são responsáveis por mais da metade dos acessos à rede no Brasil. Deste modo, é fácil resolver o problema de não usar sempre o mesmo computador.

Serviços: Executam tarefas fundamentais de um sistema operacional, como armazenar fotos, vídeos, músicas e arquivos em geral, além de acessar vários aplicativos (na grande maioria de recursos simples) como navegadores, editores de textos, gerenciadores de e-mails, planilhas de cálculo, editores de imagem, etc.

WebTops: eyeOS é um sistema para escritórios, de código aberto, gratuito e multi-plataforma que utiliza os conceitos da Cloud computing, baseado na área de trabalho de um sistema operacional. É licenciado sobre a licença GPL. O pacote básico inclui uma estrutura completa de um sistema operacional e algumas aplicações de escritório, como um processador de texto, calendário, gerenciador de arquivos, programa mensageiro, navegador, calculadora, entre outros.

eyeOS é um projeto que iniciou com um pequeno grupo de programadores em Barcelona, na Espanha. Ele usa os poderes atuais do HTML, PHP, AJAX e JavaScript para disponibilizar um ambiente de área de trabalho dinâmico e com mobilidade. A diferença para outros ambientes de trabalho é que você inicia a sua área de trabalho e todos os aplicativos do eyeOS de dentro de um navegador de Internet.

O CloudMe (anteriormente icloud) é o primeiro sistema operativo online do mundo, criado pela empresa sueca Xcerion. O seu nome provém da computação em nuvem, que é a representação que se faz quando se desenha sistemas ligados à internet, que por seu tamanho e característica metamórfica, geralmente é representada por uma nuvem. A versão beta, que agora está disponível para o público, não permite a instalação de software de terceiros, mas possui aplicativos básicos tanto para lazer quanto o para trabalho, diponibilizando 3GB para armazenamento no drive virtual, trinta aplicativos, vinte widgets, cópia de segurança dos ficheiros e um navegador. O CloudMe não necessita de instalação e pode ser rodado no Internet Explorer ou Mozilla Firefox. Ele ainda não apresenta compatibilidade com o Google Chrome, Opera, Safari e outros.

Fonte: http://www.mxstudio.com.br/carreira/mercado/sistemas-operacionais-online/

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Novos MacBooks Pro chegam ao Brasil

Sem fazer barulho, a Apple atualizou sua linha de equipamentos MacBook Pro, acelerando a velocidade de seus processadores, aumentando o espaço em disco e com novas placas aceleradoras.

O modelo mais barato, cotado a 3.599 reais (1.199 dólares nos EUA) e com tela de 13 polegadas, agora traz chip dual-core de 2,4 GHz Core i5, com HD de 500 GB.

Já a versão de 4.999 reais (1.499 dólares) inclui o mesmo tamanho de tela, processador de 2,8 GHz Core i7 e 750 GB de disco. As versões lançadas em fevereiro traziam chips de 2,3 e 2,7 GHz e HDs de 320 e 500 GB, respectivamente.

macbookpro300
MacBook Pro: chip quad-core i7 de 2,4 GHz e placa Radeon de 1 GB


Quem quiser um modelo com tela de 15 polegadas tem à disposição a versão com chip de 2,2 GHz quad-core Core i7, com placa aceleradora gráfica Radeon HD 6750M e 512 MB de memória GDDR5. Sai por 6.699 reais (1.799 dólares no mercado norte-americano).

E a versão com processador de 2,4 GHz quad-core Core i7, com a nova Radeon HD 6770M de 1GB de GDDR5 requer salgados 7.999 reais (2.199 dólares nos EUA).

http://macworldbrasil.uol.com.br/noticias/2011/10/24/novos-macbooks-pro-chegam-ao-brasil/


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Apple vai realizar evento de iOS 5 no Brasil



A Apple anunciou que realizará o iOS 5 Tech Talk World Tour 2011 no Brasil. Aqui, o evento acontece no dia 9 de janeiro de 2012. O foco do Tech Talk é o sistema operacional da Apple, mas também será mostrado o uso de ferramentas avançadas para o desenvolvimento de aplicativos para iPhone, iPad e iPod Touch, além de técnicas em design.

De acordo com a empresa, o evento é voltado para profissionais com conhecimentos avançados em desenvolvimento de aplicativos.

Os desenvolvedores com aplicativos na App Store terão prioridade na seleção dos candidatos que participarão do evento, já que as vagas são limitadas e gratuitas. O formulário para participar do Tech Talk está no site da empresa. Os profissionais selecionados receberão uma confirmação por e-mail.

O Tech Talk Tour será apresentado no Sheraton São Paulo WTC, em São Paulo. O evento também será realizado em outras oito cidades no exterior: Seatlle, Austin, Berlim, Londres, Roma, Pequim, Seul e Nova York.





quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Apple Libera Mac OS X 10.7.2


A Apple lançou o Mac OS X 10.7.2 e, para usuários do Mac OS X Snow Leopard 10.6.8, que ainda têm de atualizar para o Lion, o Security Update 2011-006, está liberado para corrigir um número de vulnerabilidades de segurança no seu ambiente desktop e servidor do sistema operacional.

De acordo com a Apple, mais de 70 brechas de segurança foram fechadas pelas atualizações, muitas das quais poderiam ser exploradas por um atacante, e executar um código remotamente

com privilégios elevados, ter acesso a informações privadas, ou causar uma um ataque de negação de serviço (DoS).



Mac OS X 10.7.2 e o Security Update 2011-006, corrigem problemas no mídia player QuickTime, iChat Server, CoreFoundation, Core Media,Core Processes, Core Storage, e no kernel, bem como IOGraphics, MediaKit e Open Directory.

Outros problemas abordados pela atualização, incluem vulnerabilidades de segurança no Apache, o Application Firewall, o servidor BIND DNS, PHP, Python, o servidor de arquivos SMB,Tomcat e X11. Muitos certificados de root também foram adicionados ou atualizados.

fonte: http://under-linux.org/apple-libera-mac-os-x-10-7-2-3548/

sábado, 15 de outubro de 2011

Apple corrige falha do Mac OS X

Durante a competição de hackers Pwn20wn foi descoberta uma falha de segurança em algumas versões do sistema opercional da Apple Mac OS X.

A falha tem início no navegador Safari mas a falha propriamente está no sistema. Ela está presente no ATS (Apple Type Service), que permite injeção de código quando um pacote de fontes alteradas é utilizado, permitindo acesso remoto à maquina. O problema foi encontrado pelo especialista Charlie Miller.

O problema está nas versões 10.5.8, Server 10.5.8, 10.6.3 e Server 10.6.3 e é recomendavel a atualização o mais rápido possível!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Apple elimina Cavalo de Troia que ataca Mac OS X com update de segurança


Especialistas em segurança de computadores da Apple conseguiram criar uma nova proteção para computadores com sistema operacional Mac OS X. O principal alvo era eliminar um Cavalo de Tróia de origem chinesa, mas o update conseguiu eliminar uma lista ainda mais ampla de malwares que eram detectados como maliciosos quando os clientes tentavam abrir o arquivo. Com essa atualização, a Apple conseguiu chegar na frente dos hackers e proteger seu sistema operacional antes mesmo deles conseguirem criar o vírus.

Para os mais desesperados, a empresa de segurança de software F-Secure esclarece que o Cavalo de Troia ainda não era funcional. A fornecedora também revelou a identidade do malware:
Trojan Dropper: OSX / Revir.A. No entanto, para prevenir, a Apple já distribuiu uma nova definição, que permite que o sistema operacional identifique o arquivo danificado e alerte o usuário.

O sistema operacional do Mac é um dos mais seguros da informática, são poucos os vírus que conseguem atingi-lo. Para o usuário ficar ainda mais seguro, a Apple oferece aplicativos sem risco de infecção na loja virtual da empresa. Para quem usa o Snow Leopard ou Lion, há atualizações diárias atrás de malwares, o que facilita a limpeza do computador.

A Apple planeja dar ainda mais segurança ao usuário. A empresa quer incorporar mais segurança à sua loja iCloud. A intenção é impedir que malwares possam acessar, modificar ou até mesmo apagar arquivos desses usuários em nuvem.


Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2011/09/apple-elimina-cavalo-de-troia-que-ataca-mac-os-x-com-update-de-seguranca.html


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Morre Steve Jobs, um dos maiores gênios da tecnologia


Morreu nesta quarta-feira, aos 56 anos, Steve Jobs, cofundador e presidente do Conselho de Administração da Apple. Jobs sofria de câncer no pâncreas desde 2004 e estava afastado do cargo de diretor-executivo da Apple há mnos de dois meses para tratar da doença. Perfeccionista, criativo, inovador e ousado, ele ajudou a tornar os computadores mais amigáveis e revolucionou a animação, a música digital e o celular. Jobs deixa a mulher Laurene Powell, com quem teve três filhos.

O ícone do Vale do Silício Steve Jobs, o homem por trás do computador Macintosh, do iPod, do iPhone e do iPad, renunciou em 24 de agosto como presidente-executivo da Apple, encerrando o período de 14 anos durante o qual comandou a empresa que ajudou a fundar em uma garagem. Jobs estava de licença médica desde 17 de janeiro por condições de saúde não reveladas. A saúde de Jobs virou notícia em 2004, quando ele anunciou que passara por uma cirurgia para remover um tipo raro de câncer pancreático, diagnosticado em 2003, e que a operação fora bem-sucedida. Em 2009, ele passou por um transplante de fígado.

Steven Paul Jobs nasceu em San Francisco, em 24 de fevereiro de 1955, e foi adotado pelo casal Justin e Clara Jobs em Mountain View, também na Califórnia, Estados Unidos. Jobs deixou o Reed College de Portland, Oregon, depois de um único semestre, mas continuou tendo aulas, incluindo uma de caligrafia, que citou como o motivo dos Macintosh serem desenhados com múltiplas tipografias. Quando tinha 20 anos, fez uma viagem espiritual à Índia e voltou com a cabeça raspada e usando trajes indianos tradicionais. Conseguiu trabalho como técnico dos videogames Atari e participava em um clube de garagem chamado "Homebrew Computer Club" (Clube dos Computadores Caseiras).

Em 1976, juntou-se ao parceiro tecnológico Steve Wozniak para fundar a Apple Computer, lançando o Apple I e em seguida o Apple II. A empresa logo ficou conhecida pelos computadores simples, ousados e criativos. A grande revolução teve início em 1979 com o projeto Macintosh - uma interface gráfica baseada em navegação por ícones, janelas e pastas e com o uso do mouse. As inovações da Apple incluem o "mouse" para facilitar os usuários na ativação dos programas e a abertura de arquivos. Lançado em 1984 com uma campanha milionária, o Macintosh era o primeiro PC com recursos de tipografia e desenho, com
uma interface gráfica pioneira, e passou a ser o parâmetro para os computadores pessoais a partir daquele momento. Surgiu nesta época o slogan "Think Different" (Pense diferente), marca dos gadgets criados por Jobs, remetendo à liberdade de pensamento e de ação. No ano seguinte, Jobs teve que deixar a Apple por força do conselho de administração. Então ele fundou a NeXT e, no ano seguinte, comprou a Pixar, empresa de animação que, na década de 90, criou o primeiro filme infantil totalmente animado por computador: Toy Story.

Em 1991, Jobs se casou num cerimônia presidida por um monge budista. Teve três filhos com sua esposa e uma filha com mulher com quem manteve uma relação anterior a seu casamento.


Em 1996, a NeXT Computer foi comprada pela Apple, para que o NeXTStep fosse usado como base para um novo sistema operacional. Assim, em 1997 Jobs retornou como consultor para a companhia que havia ajudado a fundar - e que atravessava uma grave crise financeira - e da qual nunca mais se separou. Em 1998, com a chegada do iMac, Jobs mais uma vez havia dado vida à Apple, com um computador que inovava em diversos aspectos, principalmente no design. Com seu visual translúcido e colorido, o iMac acabou com a uniformidade dos computadores na cor bege.Em 2001, além do lançamento do Mac OS X, a Apple ampliou sua área de atuação para a eletrônica e a música digital. Vieram então o tocador iPod e o iTunes, a venda legal de música via Internet - modernos, práticos e simples como sempre. Em 2006, nova revolução: o lançamento do iPhone, celular com tela sensível ao toque que virou uma febre, sendo comprado, copiado e desejado em todo o mundo.

Em abril do ano passado, a Apple anunciou o iPad, tablet com tela sensível ao toque que revolucionou o mercado. Em maio, a Apple superou a Microsoft como a maior companhia tecnológica americana em termos de valor de mercado. No final do ano, o iPad já dominava 84% do mercado. Entre os reconhecimentos recebidos, Jobs foi condecorado com a Medalha Nacional de Tecnología em 1985 pelo então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan; com o prêmio Visionários do Ano 2004, pela Billboard; eleito a pessoa mais poderosa do mundo dos negócios pela revista Fortune em 2007; escolhido o empresário da década em 2009, também pela Fortune.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A grande novidade: iCloud para Macs, iPads e iPhones

O iCloud é um serviço on-line de armazenamento, compartilhamento e mais, que será nativamente integrado aos produtos da Apple e substituirá vários dos serviços hoje providos pelo iTunes e pelo MobileMe, incluindo o backup e sincronização – ou seja, agora a foto ou música que você tem no seu iPhone poderá estar disponível instantaneamente (guardados os limites da velocidade de transmissão) no seu iPad, Mac ou mesmo PC.

O serviço cuidará nativamente de fotos, vídeos, livros, músicas da iTunes Store, configurações, dados de aplicativos e mais. Além disso, ele oferecerá sincronização automática dos seus documentos, planilhas e apresentações do iWork, no iPhone, iPad e Mac.

Tudo isso é grátis (para até 5GB de armazenamento), mas por US$ 25 anuais adicionais, os usuários (e espero que se confirme a chegada dos serviços musicais da Apple ao Brasil anunciada para outubro) terão direito a algo mais: replicar no iCloud o conteúdo da sua biblioteca de músicas do iTunes, para ouvir via Internet quando quiser, em qualquer dispositivo da Apple, sem precisar copiar a coleção inteira para ele – e o mais interessante é que não será preciso fazer upload das suas músicas para o iCloud: se o iTunes as reconhecer e a Apple já tiver a música no seu acervo, ela será disponibilizada imediatamente em uma versão de alta qualidade e sem DRM.

domingo, 2 de outubro de 2011

Apple pode continuar a limitar uso do Mac OS aos seus computadores

A Apple tem o direito de restringir a utilização do sistema operativo OS X aos computadores fabricados pela empresa. A decisão do tribunal de recurso norte-americano foi conhecida esta semana, três anos depois de iniciada a batalha legal contra a Psystar, uma fabricante de "clones" dos produtos da maçã.

A sentença anterior já havia dado razão à empresa de Steve Jobs, mas a Psystar - embora não tenha reclamado da violação de direitos de autor de que foi acusada por copiar o hardware da Apple - interpôs recurso da decisão alegando que as condições de licenciamento impostas para o Mac OS constituíam uma tentativa ilegal para estender a proteção dos direitos de autor a produtos que não podem beneficiar dela.

A Psystar alegou que ao limitar o uso do software da Apple aos produtos fabricados pela marca, a empresa estava a recorrer indevidamente à proteção que a lei dispensa aos direitos de autor para falsear a concorrência. Note-se que a fabricante de "sucedâneos" dos Mac tinha comprado cópias do Mac OS X para instalar nos computadores que vendia.

A juíza considerou que a concorrente não tinha apresentado provas de que as condições de licenciamento do sistema operativo fossem lesivas da concorrência ou criatividade.

Os termos das licenças do software da Apple "não restringem a possibilidade de os concorrentes desenvolverem o seu próprio software, nem impede os clientes de usarem componentes de outra marca em computadores Apple", entendeu a magistrada, citada pela Ars Technica.

O que a Apple faz é restringir o uso de software da marca ao seu próprio hardware e a Psystar, que produz os seus próprios computadores, é livre de desenvolver software para eles, concluiu.

A decisão chega no culminar de um processo que teve início em Julho de 2008, quando a Apple pediu a condenação da Psystar por copiar os seus produtos. A sentença representa uma vitória importante para a fabricante do iPhone, que vê corroborada a "intocabilidade" do seu ecossistema e assegurado o direito a não disponibilizar o seu sistema operativo a outras fabricantes.

fonte:http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/apple_pode_continuar_a_limitar_uso_do_mac_os_1189994.html#


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

MacOS X Server

Recentemente a Apple disponibilizou o MacOS X Server, novo sistema operacional multiusuário para Mac’s G3, que permite transformar um Mac num servidor de rede com memória protegida, multiprocessamento preemptivo e gerenciamento total dos processos. Com este sistema, a Apple aproxima-se de sistemas como Windows NT e Unix, e permite usar máquinas Apple em aplicações antes só possíveis com estes sistemas.

O sistema foi construído com base em tecnologias abertas como BSD, Mach e Java. Mach é a tecnologia comprada da NeXT, que agora se reproduz neste novo sistema. Promete rodar qualquer aplicação Java diretamente, e também estabilidade de funcionamento e controle de baixo-nível típico de um sistema Unix.

A memória protegida, conceito já aplicado desde o Windows 3.1 (com diferentes graus de eficiência), permite que um aplicativo rode numa área reservada para ele e impede que um funcionamento anormal deste programa afete os demais rodando na mesma máquina. O programa é isolado em sua área e fechado, e o sistema continua a funcionar normalmente.

O multiprocessamento preemptivo assegura que cada processo detenha a quantidade de tempo de CPU e recursos de sistema exatos para suas necessidades. Qualquer processo pode ser interrompido e reiniciado a qualquer hora sem prejuízo para o resto do sistema.

O MacOS X Server traz o servidor Apache 1.3.4. para Web, o programa de servidor, gratuito, mais usado em toda a Internet, e o WebObjects, ferramenta para construção de páginas Web a partir de dados gerados por outros aplicativos.

Traz o QuickTime Server, servidor de mídia digital em formato streaming, ou seja, permite servir filmes e música em tempo real ou não pela Internet, para mais de 1.000 usuários ao mesmo tempo.

De maneira geral, o MacOS X Server é indicado para os mercados de educação, publicidade e redes Macintosh homogêneas. Para uma rede com computadores diversos e necessidade de performance corporativa, as revistas aconselham a não o adotar. Se o sistema evoluir, isso pode mudar.

Ferramentas de administração remota permitem monitorar e mudar configurações do servidor à distância, a partir de um terminal ou outro Mac, usando um browser. Além disso, é possível um usuário conectar-se na rede de qualquer computador Mac e ter acesso a seu desktop, arquivos e aplicações, de maneira segura e idêntica a como se estivesse em seu próprio computador.

Fonte: http://www.eecis.udel.edu/~portnoi/academic/academic-files/macos.html

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mac OS Lion tem bug que permite troca de senha

Ao atualizar o sistema para o OS X Lion, a Apple trouxe com ele diversas novidades não só estéticas mas também na área de segurança. O sistema inclui um novo Firewall, novas opções de privacidade para o Safari, a opção de criptografar dados pelo programa FileVault e até um recurso de sandbox parecido com o do iOS, que impede que aplicativos maliciosos mexam no que não deveriam. Mas um pesquisador de segurança descobriu essa semana que, enquanto a Apple melhorava a segurança em outras partes do sistema, ela acabou deixando passar uma falha bem séria. Se explorada, ela permite que qualquer pessoa altere a senha de administrador, sem ter que descobrir ou adivinhar a senha antes.
O OS X Lion armazena as senhas de administrador em um arquivo seguro, criptografado e longe do alcance de pessoas que não tenham os privilégios suficientes para alterá-los. Apenas um usuário com a devida senha pode alterar o conteúdo desses arquivos e primeiro precisa confirmar ser quem diz ser.
Mas segundo o pesquisador Patrick Dunstan, qualquer usuário com qualquer permissão, por mais baixa que seja, pode alterar o arquivo contendo a senha. Isso acontece porque o chamado Directory Services não requer autenticação do usuário no Lion.
Dustan mostra em seu blog instruções mais detalhadas sobre qual comando digitar no Terminal para que a janela de alteração de senha apareça, como prova de que essa falha está presente. Ele mostra também uma maneira de impedir essa troca de senha antes que a Apple libere uma atualização de segurança, algo que, devido à seriedade dessa falha, já deve estar a caminho.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Uso do Mac OS X chega a 6% no mundo, sendo 13% só nos Estados Unidos

O lançamento do Mac OS X Lion ajudou a Apple a crescer a sua parcela de sistemas operacionais instalados nos computadores. Segundo novas estatísticas, divulgadas pela NetMarketShare, o uso do OS X chegou a 6% no mundo todo e 13,5% somente nos Estados Unidos.

A pesquisa analisou os períodos entre maio, junho e julho (Macs ficaram com fatia de mercado de 5,6%, 5,67% e 5,96% respectivamente). O Windows, da Microsoft, continua na liderança, com 92,90% do mercado, enquanto o Linux fica em terceiro lugar, com 1,07%.

O OS X Lion, o sistema operacional mais recente da Apple e lançado em 20 de julho, aumentou em 1,03% o uso do sistema até agora, enquanto o Leopard aumentou em 1,17% e o Snow Leopard, em 3,46%. A NetMarketShare tem como base de dados de seus estudos 160 milhões de visitantes analisados pela Net Applications.

Também foi descoberto que a participação no mercado do Leopard e do Snow Leopard caiu 1,24%, já que os usuários migraram para o Lion, que cresceu 4%. O Apple Insider acredita que a diferença nos números pode ser explicada pelo novo método de distribuição do sistema operacional. O Lion era vendido somente pela Mac App Store, convencendo mais usuários a atualizarem os seus Macs do que antes, quando o Snow Leopard era vendido em mídias físicas.

A Apple agora está vendendo o OS X Lion em um flash drive, por R$ 199.

Fonte: macmais.terra.com.br

sábado, 27 de agosto de 2011

Mac OS X v10.7 "Lion"

O Mac OS X v10.7 "Lion" é o oitavo lançamento da família Mac OS X, sendo o sucessor do Mac OS X v10.6 "Snow Leopard". Lion foi anunciado em 20 de Outubro de 2010 na conferência "Back To The Mac" e foi lançado em 20 de Julho de 2011, estando disponível para download através da Mac App Store. Apple: "Pegamos nossas melhores ideias do Mac OS X e aplicamos no iPhone. Pegamos nossas melhores ideias do iPhone e aplicamos no iPad. Agora chegou a hora de aplicar tudo isso no Mac. A oitava grande versão do sistema operacional mais avançado da Apple chega em meados de 2011."

Novidades:

  • App Store agora vai servir também para Mac com aplicativos especiais
  • Launchpad: "Com o Launchpad você acessa seus apps em um instante, assim como no iPad. Só precisa clicar no ícone do Launchpad no seu Dock. A janela aberta é substituída por uma elegante tela que mostra todos os apps disponíveis no seu Mac. Percorra todas as páginas de seus apps ou organize-os como você quiser, basta arrastar o ícone para o lugar desejado; também pode agrupá-los em pastas. Quando você baixa um app da App Store, ele é mostrado automaticamente no Launchpad, pronto para ser instalado."
  • Apps em tela cheia: "O iPad mostra todos os seus apps em tela cheia para você não se distrair, e oferece uma forma rápida de voltar à tela dos apps. O Mac OS X Lion faz a mesma coisa na sua área de trabalho. Você pode abrir um app em tela cheia com só um clique; mudar para outro app também em tela cheia deslizando apenas um dedo no trackpad, e retornar à área de trabalho para acessar seus apps. O suporte à visualização de apps em tela cheia cria uma experiência muito mais envolvente. Assim você pode se concentrar ainda mais no seu trabalho ou aproveitar seus jogos de uma maneira mais intensa."
  • Mission Control: "O novo Mission Control é um poderoso e prático recurso que proporciona uma visualização abrangente de tudo o que estiver em execução no seu Mac‚ incluindo o Exposé, Spaces, Dashboard e apps em tela cheia. Com um simples movimento, o Mission Control é mostrado na tela. Assim você pode ver todas as janelas abertas agrupadas por app, ícones dos apps funcionando em tela cheia, o Dashboard e outras janelas do Spaces. Tudo organizado em um lugar só. Com um clique, você acessa o que quiser do Mission Control. É o Mac OS X Lion colocando você no controle do sistema."

Já há uma versão para desenvolvedores lançada em 24 de fevereiro de 2011.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Entendendo a História do Mac os x.

Muitos desenvolvedores devem ter notado que a presença de Macs aumentou bastante nos últimos tempos. Isso se deve principalmente à transição dos antigos processadores IBM PowerPC para o Intel Core Duo que aconteceu entre 2005 e 2006. Foi quando se tornou possível virtualizar o Windows e Linux (usando software como VMWare Fusion e Parallels). No entanto muitos ainda são céticos, entendendo superficialmente que o Mac OS X – o sistema operacional dos Macs – não passa de um Linux com uma “cara mais bonita”.
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Vale a pena entender a tecnologia – mesmo que você decida não usá-la. Para quem não conhece a história, a Apple foi pioneira no lançamento de micro computadores com interface gráfica, a começar pelo apple lisa e depois pelo lendário Macintosh, em 1984. Porém, um ano depois Steve Jobs foi expulso da Apple e então ele começou outro empresa, a Next, em 1986. Depois de muito desenvolvimento, eles lançaram o NeXTCube e o sistema operacional nextstep em 1989.
Esse sistema operacional era realmente revolucionário para sua época. Era um workstation baseado em Unix (kernel Mach, código BSD Unix), portanto já era multi-tarefa com processos isolados. Tinha um conceito forte de desenvolvimento orientado a objetos e componentes com uma camada de “Kits” de programação. A linguagem de escolha foi o objective-c, que muitos argumentariam como o verdadeiro C orientado a objetos (que, para quem conhece, tem até conceitos dinâmicos que só hoje as pessoas estão entendendo). Além disso já trazia um sistema gráfico baseado em composição que usava a tecnologia display postscript.
Uma década depois, a Next era comprada pela Apple e Steve Jobs retornava à cadeira de CEO, levando consigo o plano de transicionar o antigo MacOS por algo mais novo: o Nextstep! Quem conheceu esse sistema vai ver como todos os fundamentos dele ainda estão nos Mac OS X mais recentes. É um sistema que que já completa 20 anos de maturidade, bastante robusto. Sistemas legados como o Windows escreviam diretamente na memória de vídeo, o que era mais performático mas hoje gera todo tipo de problemas, principalmente ao lidar com multimídia. O Next foi pensado desde o início para ter esse sistema de composição. No Mac OS X isso se tornou o Quartz, a fundação do Aqua, e as primitivas usadas são PDF, ou seja, o que você vê na tela é literalmente uma representação de PDF, uma coisa que facilita muito a fidelidade de reprodução em impressos e tudo mais. O Windows só alcançou isso recentemente com o sistema Aero do Vista.
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Desde o ano 2000 eu acompanhei uma série de artigos do site Ars Technica que explicam em detalhes o funcionamento interno do Mac OS X e como ele evoluiu. Entre 2000 e hoje, foram lançadas 7 atualizações relevantes, começando no 10.0 Cheetah até o 10.5 Leopard e o 10.6 Snow Leopard.
  • *Mac OS X DP2: A Preview
    *Mac OS X Update: Quartz & Aqua
    *Mac OS X DP3: Trial by Water
    *Mac OS X DP4
    *Mac OS X Q & A
    *Mac OS X Public Beta
    *Mac OS X 10.0 (Cheetah)
    *Mac OS X 10.1 (Puma)
    *Mac OS X 10.2 (Jaguar)
    *Mac OS X 10.3 (Panther)
    *Mac OS X 10.4 (Tiger)
    *Mac OS X 10.5 (Leopard)
    *Mac OS X 10.6 (Snow Leopard)
    *Mac OS X 10.7 (Lion)

Só para dar uma idéia das tecnologias herdadas do Nextstep está o “Fat Binary”, que no Mac é chamado de “Universal Binary”. O OS X tem um conceito de carregador que checa em que ambiente está rodando e escolhe o binário correto dentro do pacote de uma aplicação. Portanto a aplicação pode trazer binários, em paralelo, para PowerPC, Intel 32-bits, Intel 64-bits. Quando o usuário der “duplo-clique”, o binário correto é carregado e isso é tudo transparente. Dessa forma, um único pacote é independente de plataforma, sem que o usuário precise se preocupar se está numa versão PowerPC ou Intel. Isso foi uma das coisas que facilitou bastante a transição para 64-bits. Note que não existe conceito de “Mac OS X 32″ e “Mac OS X 64″ separados: na realidade o sistema operacional roda ambos os binários nativamente, de forma transparente. São coisas como essa que tornam o uso do OS X muito mais agradável (sem contar que ele não tem sistemas irritantes e desnecessários de “ativação”, sequere de número serial).
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O Mac OS X cresceu por mérito próprio, recomeçando de uma fundação sólida (UNIX), como todo sistema operacional realmente deveria. Unindo pensamento comercial com open source num mesmo produto. E diferente do que o mercado está acostumado, cada novo OS X era realmente melhor (e até mais rápido) que seu antecessor. O 10.6 Snow Leopard está próximo do lançamento e seu objetivo é aumentar ainda mais a performance.

Fonte: http://blog.locaweb.com.br/tecnologia/entendendo-a-historia-mac-os-x/

Leopard

O Mac OS X Leopard foi concebido para tirar o máximo partido da arquitectura avançada no novo Mac Pro. Assente numa base UNIX sólida, o Leopard proporciona um desempenho de 64 bits e incorpora avançadas ferramentas para programadores.
Compatível com UNIX
O que torna o Mac OS X Leopard um sistema operativo avançado é a tecnologia subjacente: um alicerce UNIX totalmente certificado. Com uma sólida infra-estrutura UNIX, é um dos sistemas operativos mais seguros e estáveis em qualquer plataforma. Enquanto programador, irá apreciar o Leopard ainda mais porque é totalmente compatível com UNIX. Tal significa que compila e executa todo o código UNIX existente, para que o possa implementar em ambientes que exijam uma conformidade total. O resultado: O software é executado exactamente como suposto. E uma vez que as ferramentas avançadas integradas no Leopard melhoram o desempenho das aplicações em processadores com múltiplos núcleos, o novo Mac Pro constitui a estação de trabalho ideal.
Capacidade de 64 bits
O Leopard representa para o novo Mac Pro o que um condutor experiente representa para um carro com um motor potente — uma combinação ideal. Uma vez que todo o sistema operativo está preparado para 64 bits, pode tirar o máximo partido da arquitectura de 64 bits dos processadores Intel Xeon "Nehalem" Quad-Core no interior do novo Mac Pro. Acrescente a isto os 32 GB de memória disponíveis para o Mac Pro e o desempenho do Leopard é ainda melhor do que anteriormente. O Leopard permite também aos programadores criar aplicações completas de 64 bits utilizando as estruturas Cocoa, Quartz, OpenGL e X11 GUI. E uma vez que o Leopard suporta aplicações de 64 bits e 32 bits, não necessita de um novo conjunto de dispositivos ou controladores.
Múltiplos núcleos. Multitarefas.
No centro do Mac Pro encontra-se um ou dois processadores Intel Xeon “Nehalem” de quádruplo núcleo com uma quantidade de poder de processamento incrível. Optimizado para tecnologia de múltiplos núcleos, o Leopard fornece ferramentas avançadas que tornam fácil colher os benefícios do Mac Pro. A nova ferramenta de agendamento do Leopard, por exemplo, é muito eficiente na atribuição de tarefas entre múltiplos núcleos e processadores. Assim, o Leopard passa menos tempo e gerir tarefas e mais tempo a efectuar cálculos. Enquanto programador, pode criar aplicações que executem a mesma eficiência, graças ao NSOperation, um API inovador que optimiza aplicações para processamento de múltiplos núcleos.
Core Animation
Desde as janelas em cascata do Time Machine à animação suave da Dock 3D reflectora, os efeitos visuais fantásticos diferenciam verdadeiramente o Leopard. Por detrás de toda essa beleza encontra-se uma tecnologia integrada no Leopard, denominada Core Animation. O desempenho do Core Animation beneficia dos processadores de vários núcleos e de hardware de gráficos avançado no novo Mac Pro. Para programadores, o Core Animation abre facilmente o poder das tecnologias gráficas da Apple. Pode criar interfaces de utilizador animadas e visualizações que dispõem de diferentes tipos de multimédia em simultâneo, como texto, gráficos 2D, composição OpenGL e vídeo QuickTime, tudo em tempo real.

Fonte: http://www.apple.com/

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O que é o Mac

Mac OS X (pronuncia-se Mac OS Dez) é um sistema operacional proprietário baseado no kernel Unix titulado OpenDarwin, desenvolvido, fabricado e vendido pela empresa americana Apple, destinado exclusivamente aos computadores da linha Macintosh e que combina a experiência adquirida com a tradicional GUI desenvolvida para as versões anteriores do Mac OS com um estável e comprovado núcleo. A última versão do Mac OS X possui certificação UNIX.
Assim, o Mac OS X, lançado inicialmente pela Apple Computer em 2001, é uma combinação do Darwin (um núcleo derivado do micronúcleo Mach) com uma renovada GUI chamada Aqua. As primeiras versões do Mach (não-micronúcleo) foram derivadas do BSD.

Fonte: Wikipedia